sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

roupas pra bebes menina



quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

sobre microcefalia em bebes

Afinal, o que acontece com um bebê que nasce com microcefalia? Entenda

por Redação
No início do mês de novembro, o Ministério da Saúde decretou estado de emergência de saúde em função do grande número de bebês nascendo com microcefalia. Já são mais de 700 casos no Brasil, com predominância no estado de Pernambuco. Mas o que é essa doença e como ela afeta o desenvolvimento infantil são dúvidas que podem não ter sido adequadamente respondidas. Desvende-as a seguir.

Microcefalia: o que é a doença 

A microcefalia é uma condição em que a circunferência do crânio é menor que o considerado normal para a idade do feto ou da criança. No nascimento a medida adequada é de 32 cm ou mais*.

Perímetro cefálico.
O neonatologista Gabriel Variane, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo, explica que o tamanho reduzido da cabeça ocorre em consequência de um atraso do desenvolvimento cerebral e, por conseguinte, da caixa craniana.
Quando causada por quadros infecciosos, no caso do zika vírus, por exemplo, a alteração é agravada pela destruição do tecido cerebral e por calcificações em uma parte específica do cérebro, os ventrículos.
“O mais preocupante é quando essas alterações morfológicas ocorrem no primeiro trimestre gestacional, que é quando a estrutura básica cerebral está sendo formada”, explica o neurocirurgião Sérgio Cavalheiro, neurocirurgião pediátrico do mesmo hospital. “Ainda não podemos prever quais serão os distúrbios neurológicos que essa microcefalia causará, mas, levando-se em consideração o grau de atrofia cerebral verificado e a presença de calcificações grosseiras intracranianas, é de se esperar que esses recém-nascidos venham a apresentar sequelas neurológicas severas”.

Microcefalia e zika vírus

Segundo o Ministério da Saúde, a falta de estudos impede dizer com absoluta certeza que a microcefalia está relacionada ao zika vírus, no entanto, afirma que a relação é quase certa. De acordo com o próprio ministério, duas gestantes que esperam bebês com microcefalia tiveram o vírus zika detectado no líquido amniótico, que circunda o bebê dentro do útero.
Assim como a dengue e a febre chikungunya, o zika é transmitido por picadas do mosquito Aedes Aegypti e tem forte afinidade com o Sistema Nervoso Central. Entre os sintomas da contaminação pelo zika estão febre, dor no corpo e erupções cutâneas.

Causas da microcefalia 

De acordo com o neonatologista Gabriel, a microcefalia pode ocorrer devido a síndromes genéticas, exposição materna a substâncias tóxicas, consumo de drogas, alcoolismo materno ou infecções congênitas, como citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola e varicela.

Sintomas da microcefalia em bebês e consequências futuras 


O bebê pode ter dificuldade de mamar.
A microcefalia pode ser percebida na avaliação do bebê logo após o parto, momento em que costuma ser medido o perímetro da cabeça. Mas também existem sinais que indicam a condição no dia a dia da família, entre eles estão a dificuldade na amamentação e alimentação, a espasticidade (distúrbio muscular que causa rigidez) e convulsões.
Muitas dessas características permanecem nos anos seguintes, quando também poderá ser notada deficiência intelectual e cognitiva e outros atrasos neuropsicomotores, como comprometimento da visão, da fala e da locomoção.
Todas essas condições dependem do grau de acometimento do tecido cerebral afetado durante o desenvolvimento dentro do útero.

Tratamento 

De acordo com os especialistas, não existe tratamento capaz de reverter a microcefalia, tampouco um meio de evitar a contaminação do feto depois que a mãe teve a febre zika. O tratamento consiste em acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e pediatra desde os primeiros meses de vida, buscando minimizar as deformidades e obter o máximo desenvolvimento da criança.
*No dia 04/12/2015, o Ministério da Saúde alterou a medida determinante da microcefalia de 33 cm ou menos para 32 cm ou menos. O objetivo da mudança é "agilizar os procedimentos clínicos", segundo a pasta. 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

compre mata baratas franscesinha











compre por pague seguro e receba no seu endereço,não compre sem pagar o frete por favor,compra sem pagamento do frete não será enviadas  



Papinha: tudo o que você precisa saber para alimentar muito bem seu bebê

Papinha: tudo o que você precisa saber para alimentar muito bem seu bebê

Veja quando dar a primeira papa, o ingredientes que não podem faltar, os cuidados no preparo e até como congelar

CRESCER

 Shutterstock
Quando o bebê completa 6 meses, a cozinha se transforma no lugar mais divertido da casa. A partir de agora, seu filho terá a chance de experimentar comida – por enquanto, ele só se alimentou de leite. Por isso, dê bastante atenção a esse início, que vai dos 6 meses aos 3 anos, quando o aprendizado (isso mesmo!) se consolida. Lembre-se sempre de três regras básicas: apresente a comida gradativamente para que a criança e seu organismo tenham tempo de se acostumar com esse novo jeito de comer, ofereça o maior número de sabores e garanta a presença de todos os tipos de alimentos nas refeições. Confira aqui o passo a passo para dar tudo certo: 
Antes de começar 
Lave bem as mãos. Os legumes, verduras e frutas devem ser lavados em água corrente, para retirar os vestígios de agrotóxicos. Ao cozinhar, evite espirrar, tossir ou falar próximo da comida, para evitar a contaminação de microorganismos pela saliva. Os ingredientes devem ter um aspecto fresco e boa aparência, sem partes danificadas. 
Introdução dos alimentos
Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra – e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor. Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três ou quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde e observe se o organismo da criança reage bem. Depois de uma semana, organize o horário das mamadas para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche. Quando o bebê já estiver habituado, é hora de dar a papinha salgada na hora do jantar também. E papinha de frutas como sobremesa nas duas refeições.

O que não pode faltar na papinha salgada 
Precisa ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carnes em geral), e duas de legumes ou verduras. Não esqueça de usar temperos, que dão um gostinho especial: cebola,alho e azeite; e as ervas, como salsinha, cebolinha, salsão, manjericão, orégano, coentro (muito utilizado no Nordeste). Elas devem ser colocadas em pequena quantidade para não comprometer o sabor natural da refeição. Pimenta e curry são vetados. Nas saladas, use limão – o vinagre pode provocar alergia. Todos os temperos devem ser cortados em pedaços suficientemente pequenos para ser mastigados. E não esqueça: se for acrescentar sal, maneire. 
Passo a passo do preparo 
Depois de escolhidos os ingredientes que serão usados na papinha, pique-os e coloque-os numa panela para cozinhar. Alguns médicos dizem que muitos nutrientes se perdem quando expostos a temperaturas altas, como na panela de pressão. O melhor é preparar em uma panela comum. De vez em quando, tudo bem fazer uma sopinha, em que os ingredientes são cozidos todos juntos - o volume de água deve ser o dobro da quantidade de alimentos que estão na panela, para a papinha não ficar rala. Mas, no dia a dia, o melhor é cozinhar tudo separadinho, para seu filho sentir e conhecer o sabor e a textura de cada alimento. Quando os ingredientes estiverem cozidos, amasse-os com um garfo até obter uma consistência de purê. Não misture tudo no prato. Antes de servir, teste se a temperatura está adequada – nem quente, nem fria – no dorso de sua mão. 
Na hora de servir 
A papa tem de ser esmagada com garfo ou passada na peneira, nunca (!) batida no liquidificador. Quando você tritura tudo, a criança não exercita a mastigação nem conhece o sabor dos alimentos. Dê um por vez, assim, você vai descobrir o que seu filho mais gosta, o que pode dar alergia etc. A quantidade também é importante. Para você ter uma referência: dos 6 aos 9 meses, de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara; dos 10 aos 12 meses, uma xícara cheia; e de 1 a 3 anos, um prato infantil cheio. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

matéria sobre a dengue

Casos de dengue em Mato Grosso passaram de 29 mil no ano de 2015 Aumento foi de 150,6% em um ano se comparado a período de 2014. Cuiabá, Matupá, Sapezal, Sorriso, Rondonópolis e Juína registraram mortes. 13/01/2016 09h38 - Atualizado em 13/01/2016 09h38 Do G1 MT Casos de dengue passaram de 29 mil em 2015 (Foto: Reprodução/EPTV) Os casos de dengue em Mato Grosso passaram de 29 mil registros em 2015. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgados nesta terça-feira (12), o aumento foi de 150,6% em um ano se comparado ao mesmo período de 2014. No ano retrasado Mato Grosso registrou 11.729 casos. Segundo a SES, oito municípios estão no 'ranking' de casos de dengue, sendo responsáveis por 53,4% do aumento da doença no estado: Sinop (3.892 casos), Cuiabá (3.189 casos), Várzea Grande (2.192 casos), Primavera do Leste (1.256 casos), Sorriso (1.245 casos), Campo Novo do Parecis (1.181 casos) e Lucas do Rio Verde (701 casos). De acordo com o boletim, dos 141 municípios mato-grossenses, 92 ainda apresentaram alta incidência de dengue, com índice superior a 300 casos por 100 mil habitantes em 2015 – que é o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A incidência registrada no estado foi de 799 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda foram notificados sete óbitos por dengue nos municípios de Cuiabá (2 casos), Matupá, Sapezal, Sorriso, Rondonópolis e Juína. Outras duas mortes seguem em processo de investigação, aguardando o resultado do laboratório. Chikungunya e zika vírus Trinta e dois municípios tiveram casos de Chikungunya notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), totalizando 207 casos durante o ano de 2015. Entre as cidades que apresentaram mais casos estão Mirassol d’Oeste (41 casos), Campo Novo do Parecis (39 casos) e Cáceres (29 casos). Além disso, 779 amostras foram encaminhadas para laboratório para diagnóstico diferencial, dos quais quatro casos foram confirmados, sendo três importados e um autóctone no município de Cuiabá. Em relação ao zika vírus, 1.815 amostras foram encaminhadas para laboratório. Deste total, 39 amostras foram liberadas com 14 exames positivos: dois de Rondonópolis, um de Tesouro, cinco de Cuiabá, cinco de Várzea Grande e um de Vera. Além das amostras biológicas, 57 municípios notificaram casos de zika vírus totalizando 4.053 casos. Entre as cidades que apresentaram mais casos estão Várzea Grande (1.424 casos), Cáceres (1.024 casos) e Chapada dos Guimarães (250 casos). Outra informação apontada no boletim é que 99% dos municípios mato-grossenses são infestados pelo mosquito Aedes aegypti. A secretaria faz o seguinte alerta para a população: deve se manter atenta e realizar a limpeza diária nas residências, evitando o acúmulo de lixo. Entre as principais medidas de prevenção a serem tomadas pelas pessoas estão: manter a caixa d’água tampada de forma adequada; não acumular vasilhames, lixos e embalagens no quintal; limpar com frequência as calhas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.